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H2FOZ - Letícia Lichacovski Fotos: Wemerson Augusto

Professores e demais trabalhadores da área de educação promovem, nesta quinta-feira, 9, atos públicos em todo o estado, em prol de melhores salários e solução de outros problemas que a categoria enfrenta. Em Foz do Iguaçu, a mobilização foi em frente ao Núcleo Regional de Educação (NRE).
A paralisação parcial teve início às 10 horas e 30 minutos, após meia hora de aula no segundo dia de aula da rede pública de ensino. Em todas as instituições, estão sendo distribuídas cartas à comunidade escolar, explicando os motivos da mobilização. Nos demais municípios que integram o Núcleo de Foz, haverá panfletagens e debates nas escolas.
Uma das reivindicações feitas é o cumprimento da Lei do Piso Salarial Profissional Nacional, que estabelece que um terço da carga horária do professor deve ser destinado à hora-atividade, tempo necessário para o professor estudar, planejar e corrigir as avaliações dos alunos. Essa medida contribuiria com a diminuição da sobrecarga de trabalho, que tem causado diversos problemas de saúde na categoria, além de criar novas vagas de trabalho.
Outra exigência é referente ao atendimento à saúde dos educadores. Eles pedem ao governo um novo plano de saúde para os servidores do Paraná. “O Sistema de Assistência à Saúde (SAS) é bastante precário. Durante todo o ano passado, esperamos uma proposta do governo, mas infelizmente não apresentou nada para solucionar esse problema”, contou o presidente do núcleo iguaçuense do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Público do Paraná, Silvio Borges.
A falta de adequações no Plano de Carreira dos funcionários de escola também é uma problemática que pretende ser sanada. A categoria pede o reconhecimento para os Agentes Educacionais I e de Pós-Graduação para os Agentes Educacionais II. Além disso, a categoria reivindica o pagamento de auxílio transporte em dinheiro para todos os funcionários se igualando ao dos professores.
Letícia Lichacovski - H2FOZ @leca_dpaula
Publicado originalmente no Portal H2FOZ.
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