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Comitê Sindical vai reunir classes em defesa dos direitos dos trabalhadores e provocar debates sociais em Foz Pedro Lichtnow Os sindicatos de Foz do Iguaçu resolveram finalmente unir os esforços e montar uma espécie de central única. Essa entidade, que deve levar o nome de Comitê Sindical, não se limitará a discutir temas relacionados unicamente aos órgãos de classe. Terá a função ainda de debater questões sociais importantes, que sejam de interesse público, e, em benefício da população. Tais como educação, saúde, economia, habitação, entre outros tantos tópico. É claro que o ponto forte será a luta sindical, os direitos trabalhistas, acordos coletivos e a relação patrão X empregado. A formação do comitê parece bem avançada. Várias autoridades e dirigentes de ao menos dez sindicatos estão envolvidos no processo. Hoje mesmo à tarde acontece uma importante reunião no Sismufi (Sindicato dos Servidores Públicos de Foz do Iguaçu). A conferência deve definir os últimos detalhes para compor os itens do Regime Estatutário e as estratégias de ação do Comitê Sindical. Alguns importantes sindicatos no município serão integrantes do novo órgão: Sismufi, Sinefi, Sinecof, Sindiprev, Sindicato dos Bancários, Sindicombustíveis, Sindihotéis, e outros ainda a definir posição. Cada sindicato terá um representante dentro da diretoria. O peso do voto sobre as decisões será o mesmo. Os trabalhos serão realizados em sistema corporativista em assembléias gerais e extraordinárias. Pelo menos, a teoria indica esse caminho. Sabemos que na prática o jogo pode ser um pouco diferente. As vaidades precisam ficar num plano infererior e a coletividade deve prevalecer. Foz do Iguaçu tem vários sindicatos ramificados. Mas ainda não tem nenhuma central em defesa do conjunto. Por isso, a iniciativa do comitê pode ser interessante no intuito de despertar, não somente em meio à classe sindical, mas em todas as esferas da cidade, o desejo pertinente pelo trabalho articulado e coletivo. Afinal, a união faz a força, que empurra a mobilização social, política e pública. (MEGAFONE – Pedro Lichtnow)
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