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As portas estão fechadas nas principais agências financeiras da cidade.
As placam vermelhas avisam na porta: Greve Geral. É desestimulante, mas os bancários de Foz do Iguaçu permanecem em greve nesta segunda-feira (28). As portas estão fechadas nas principais agências financeiras da cidade, dificultando muito a rotina de trabalho de milhares de iguaçuenses e moradores da região que dependem exclusivamente dos serviços de banco.
Os bancários, embasados pelas ordens sindicais, exigem um reajuste salarial próximo a 10%, enquanto o patronato oferece atualização de cerca de 4%.
Segundo conversa informal com um atendente do Banco Itaú, a greve deve chegar logo ao fim. “Os banqueiros devem ceder à pressão do sindicato e da própria população”, disse sem querer ser identificado.
O site oficial dos Sindicatos dos Bancários de Foz do Iguaçu (http://www.sindicatobancariosfoz.com.br/) reforça a posição dos bancários que permanecem firmes na greve e determinados em obter o reajuste requerido. Além disso, a nota destaca a força atual do movimento com a adesão gradativa de novas pessoas à greve nas últimas horas.
“A expectativa de todos agora é de que até a segunda-feira os banqueiros se rendam ao fato de que a categoria está unida e disposta a lutar quantos dias for preciso, para assinatura de uma convenção e acordos coletivos minimamente justos”, diz a nota.
No Paraná, 12 sindicatos bancários, de um total de 20, aderiram à paralisação desde quinta-feira passada, entre eles os maiores: Curitiba, Londrina, Apucarana, Campo Mourão, Cornélio Procópio, Paranavaí, Umuarama, Foz do Iguaçu, Cascavel e Cianorte.
Em Maringá, os bancários do Banco do Brasil não aderiram ao movimento, que atingiu a Caixa Econômica Federal e bancos privados. Já em Paranaguá, só a Caixa Econômica parou. Os funcionários do BB e da rede privada estão em estado de greve.
(Megafone – Pedro Lichtnow)
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