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A estratégia brasileira para reduzir a pobreza despertou o interesse de outros países. O diretor do Grupo de Redução da Pobreza do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Selim Jahan, informou que algumas nações pretendem implantar as ações brasileiras.
Para o diretor, o ponto positivo do programa é exigir que as famílias pobres assumam compromissos em troca de receber a transferência de renda. Para receber o benefício, as famílias devem vacinar os filhos, matriculá-los em uma escola e as grávidas precisam fazer o pré-natal. Talvez essa não seja a maneira adequada de distribuir renda ou equilibrar um pouco os direitos e benefícios aos cidadãos (ãs) brasileiros. Mas, parafraseando o sociólogo Betinho: “Quem tem fome, tem pressa”. Por meio desses programas sociais, o Brasil conseguiu retirar da pobreza extrema mais de 18 milhões de pessoas e 39,5 milhões entraram na classe C nos últimos dez anos. Entretanto, o Censo de 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou que 16,2 milhões de pessoas ainda estão em situação de miséria, foco do plano Brasil sem Miséria, lançado pela presidenta Dilma Rousseff, no início de julho. O plano pretende retirar essas pessoas da extrema pobreza até 2014. Com essa proposta ou estratégia para reduzir a pobreza, o governo tem buscado assegurar direitos básicos. Há, agora, a necessidade de expandir os benefícios e as condições dos brasileiros ao melhorar-se a qualidade da educação, os salários de professores e estimular a geração de emprego. Dessa forma, o Brasil será, verdadeiramente, referência para o mundo.
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