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Existe uma corrente da ‘mídia oficial’ de Foz do Iguaçu para aniquilar qualquer pretensão pós-eleitoral dos atuais deputados estaduais pela cidade, Dobrandino da Silva, Chico Noroeste e Reni Pereira. O movimento surge de forma sórdida e traiçoeira através de pinceladas e cutucadas em colunas, opiniões, notícias distorcidas ou comentários mal intencionados. Veja opinião do jornalista Pedro Lichtnow.
Pedro Lichtnow
Existe uma corrente da ‘mídia oficial’ de Foz do Iguaçu para aniquilar qualquer pretensão pós-eleitoral dos atuais deputados estaduais pela cidade, Dobrandino da Silva, Chico Noroeste e Reni Pereira.
O movimento surge de forma sórdida e traiçoeira através de pinceladas e cutucadas em colunas, opiniões, notícias distorcidas ou comentários mal intencionados.
São ataques baixos usando uma imprensa marrom, prostituída e corrompida, que não defende valores morais, mas interesses econômicos e políticos de um ou outro figurão ilustre, refém do próprio ego e de vaidades pessoais.
É uma campanha com o foco nas próximas eleições programadas para 2010, na tentativa de fortalecer apenas o atual grupo do poder e desbancar qualquer ameaça dos opositores.
De uma maneira maquiavélica, trabalha-se estrategicamente a imagem distorcida dos nossos deputados, a fim de prejudicar uma provável futura reeleição.
Ma o que o atual grupo ganharia com isso? A luta é pelo supremo poder político e econômico. Eliminando adversários, nada pode frear as ambições e os interesses de dominar principalmente o pensamento coletivo e, assim, conquistar todas as esferas da sociedade, realizando projetos muito particulares.
É uma forma inequívoca pensar que a extinção dos adversários e oponentes políticos traz vantagens. Em vez disso, o fim da concorrência traz apenas o regresso para a sociedade, pois a unanimidade sempre é burra.
Precisamos de pluralidade ideológica, de vertentes políticas diversificadas. A população tem o direito de escolher, do livre arbítrio e de não ser influenciada maliciosamente pelos marketeiros pífios que usam a pior das malandragens, o pecado capital da difamação, para denegrir, sem qualquer princípio ou código de ética, a imagem das pessoas e de seus adversários.
Mesmo a ‘guerra’ leva um código de ética e de postura. As armas devem ser limpas e transparentes e o combate deve acontecer de maneira equivalente. O povo tem o direito de poder pensar por ele mesmo, de aceitar ou não os diferentes movimentos, sem a interferência venenosa dos veículos de comunicação e de propaganda governamental.
* Pedro Lichtnow é jornalista em Foz do Iguaçu.
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