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Sannes Santos Fortuna
To pensando em comprar um cavalo!!! Para começo de conversa é difícil para o cidadão iguaçuence entender as reais condições que levam o preço de uma passagem de transpor urbano ser reajustada constantemente. As suplicas por esse entendimento vêm da angustia de não termos representante na câmera de vereadores capazes de entender a aflição e desmotivação populacional para partilhar dos momentos “idas e vindas”, donde seria necessário um transporte eficiente e que viabiliza-se a locomoção no município, também pudera temos aqui em Foz uma população extremamente pacificada para o olhar da coisa pública e para ação que temos que ter enquanto cidadões para não enfrentar omissos os descalabros do gestor público e das supostas fontes de justiça que temos na cidade.
O que podemos denotar de começo é uma falta de esclarecimento por parte do poder público que arrecada verbas dessas garagens prestadoras de serviços, quanto aos reais lucros dessas empresas, tendo que elas prestam um serviço a população ao setor publico, cabe então a prestação de contas. Esses lucros e gastos deveriam ser de domínio público, para assim poder haver uma justificativa de antemão do aumento da passagem que agora passou a custar R$ 5,20 x 5 dias na semana no minimo. O que pode ser cogitado com isso, é que com o sistema de cartão magnético operando o controle da movimentação da população é um monitoramento das demandas sociais de Foz, sendo utilizada em beneficio da exploração do transporte urbano para empresas privadas, possivelmente através de estudos estatísticos e de probabilidades, faz com que o comportamento da cidade em sentido ao transporte público pudesse ser definido.
Donde vem tal definição? É que o sistema de cartão magnético e sua forma de litura de dados é aqui apresentando como um leitor da dinâmica iguaçence, em suas acertibilidade e em seus erros, o conjunto do sistema como um todo, pode ser apreendido por parte dos patrões do transporte, disponibilizando assim as demandas necessárias para realização do transporte com sua “eficácia” máxima de lucros, em detrimento do que é realmente necessário para prestação do serviço. Na verdade seria um monitoramento que produz dados e esse são lidos para se aplicar o mínimo possível de recursos e ativar o maximo de resultados em lucros, tendo que isso vem sendo percebido no descaso com o tempo de vida das pessoas e na assoberbação da extração dos recursos energéticos e econômicos de uma demanda populacional que tem pago em demasia um sistema corrompido pelos interesses particulares. O cidadão sente na carne espremida “porque ali não tem jeito todo mundo se encosta” a falta de conforto e qualidade. Há a falta de disponibilização de um transporte que não seja só para os grupos irem trabalhar ou estudar, sendo necessário, o transporte urbano ser entendido também como meio de locomoção social onde laços de família, atividade política, cultura e entretenimento também se utilizam desse recurso e pagam caro para se locomover, os que fazem disso um descaso sentem a pressão individualmente ficando passivos a tais agravos. Quero deixar claro que não sou um revoltado desmedido que floreio histórias para aglutinar adeptos, se o fosse com certeza estaria buscando a câmara de vereadores. E outra, trabalho principalmente a cegueira gerada por um sistema que extrai o maximo da comodidade das pessoas que se dizem pensantes. A pacificação esdrúxula do cidadão que como um zumbi, apenas utiliza-se do meio trabalho para se alimentar, vestir, gastar com alguma coisa pouco frutífera e dormi. Já não pesam mais no conjunto, afetado por noções pacificadas e pouco racionais, já transferem as suas responsabilidades políticas para depois ter quem acusar na câmara de vereadoras, para assim poder dizer que há no cidadão uma crítica bem fundamentada pela tv globo e as demais do gênero.
O que quero dizer com isso? Hoje a matriz de transporte urbano em Foz esta completamente alterada a começar pelos carros que fazem o transporte: eles são menores, sua cilindragem também é menor antes tínhamos carros que utilizavam de um motor com 7 cilindradas, hoje eles possuem quatro e consecutivamente gastam menos combustíveis, a frota como é nova que por si só já economiza bastante em manutenção (sendo que as empresas não são boazinhas por disponibilizar uma frota zero, tendo que de acordo como uma portaria Federal para 2010 era obrigatório a adaptação do transporte urbano para locomoção de pessoas com deficiência sendo necessária a renovação da frota), temos também um controle maior da rotação dos motores e dos motoristas que devem fazer tocas de marcha aos 2000 giros efetivando uma maior economia, os micro ônibus que operam de forma dubitável em sua eficiência. Só nas ferramentas o transporte para garagens se tornou mais barato. As empresas alegam que esse veículos eram para estarem sendo utilizados em uma outra matriz, mas o cidadão iguaçuence não a quis, e com isso aumento o gasto de operacionalidade do sistema, logicamente que isso é mentira, foi tudo uma manipulação e o cidadão por não estar organizado e por estar distante dos acordos de gaveta, fatidicamente que ele não pode discernir tal atentado contra a vida em benefício dos lucros, da luxuria no descalabro da patifaria dos gestores que controlam os incultos cidadões, sei lá por quantas gerações. Já é difícil entender o que está dito “A caçada começou!!”. O interessante que nesse caso os bois já estão apaziguados. Isso causa um paralelo, pois em contra partida temos os horários de pico com lotação extrema principalmente no ônibus vindos de Três Lagoas. O carro menor, cilindragem menor, troca de marcha sempre pressionada para os 2000 giros e o ônibus abarrotado de pessoas fez com que o tempo de locomoção de um ponto da cidade a outro aumentasse. Os motoristas tem que correr mais, o cobrador cobrar mais e ficarem mais tempo sentados, cada um com sua medida é claro, contribuindo ainda mais para falhas e o descontentamento da população, então é o ser humano que ao dirigir e ao cobrar sofre a dinâmica intempestuosa do sistema, então torna-se o errado por andar correndo e é o motorista e o cobrador que são os principais contatos com a população com a forma organizativa das empresas, sendo aqui transferida a responsabilidade para o trabalhador no seu conjunto de vivência com o público, não tendo esse respaldo em seus níveis de stress que lhes tem causado danos irreversíveis.
Concluo então que essas empresas, os gestores públicos, e algumas instancias do poder judiciário estão em perfeita consonância com o que há ai oculto, não podemos ver os laços que prendem esse sistema, que extrai da alienação daqueles que agora são testados como cobaias vivas, onde seus níveis de apaziguarão são viabilizados, agora o povo que depende da estrutura urbana de transporte pode ser testado em seu nível de passividade, onde o sistema lê os encontros e desencontros e pode antever qual é o grau de tolerância que o reajuste pode inferir sobre o cidadão, sendo o aumento extraído da própria dinâmica de utilização de suas energia e é visto até o quanto esse pode suportar a fadiga sem se revoltar, pois R$ 5,20 x 5 vezes na semana no mínimo, de paga ainda é justificável, pois ainda podemos supostamente pagar com nosso tempo, com nossos filhos com o sangue tão glorificado que escorre sobre a roda do tempo na fronteira.
Sannes Santos Fortuna, historiador, Foz do Iguaçu.
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comentários
Revoluçao Civil, ja!
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